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Entrar na Boa Terra

“Moisés, meu servo, é morto; dispõe-te, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que dou aos filhos de Israel” (Josué 1: 5).
A terra mencionada no versículo acima é Canaã, que o Senhor havia prometido a Abraão e à sua descendência (Gn. 12: 1, 5-7). De fato, Deus já o havia levado a essa terra. Quando, porém, estava lá, por causa da fome que surgiu, Abraão desceu ao Egito (v. 10). Isso também aconteceu com Isaque, que, em situação semelhante à de Abraão, quis descer ao Egito, contudo, na metade do caminho, Deus o impediu (26: 1-2)

De igual forma, Jacó acabou indo para a terra de Faraó, após saber que José, seu filho, estava vivo e se havia tornado governador de toda a terra do Egito (45: 26-28). Jacó decidiu deixar a terra que Deus havia prometido a seus pais e desceu com tudo o que possuía para habitar melhor na terra do Egito, onde a vida era mais fácil (46: 1; 47: 6).

Esperamos que, através dessa palavra, aprendamos a não fazer escolhas por nós mesmos, mas a optar pela escolha de Deus. Alguns escolhem o “Egito” e se envolvem totalmente com o mundo da sobrevivência, mais agradável e com um futuro garantido. Contudo precisam saber que, quando o povo do Egito” se levantar contra eles, vão tornar-se escravos daquele sistema e terão de realizar trabalhos forçados. Deus espera que, quando isso acontecer, tais pessoas possam clamar o Seu nome para que Ele os tire da escravidão.
(...)

Trazendo essas palavras do Senhor para a nossa prática hoje, ganhamos o encargo de possuir a terra para Deus. Nós recebemos o encargo de possuir a terra para Deus. Nós recebemos a visão e a revelação por meio de Gênesis 1: 28: fomos criados à imagem e semelhança do Senhor Jesus a fim de ser fecundos, multiplicar-nos, encher a terra e sujeitá-la. Por causa da revelação contida nessa palavra, nós tivemos o encargo de encher a terra da expressão do Senhor Jesus. Vamos conquistando cidade após cidade para Ele. Aleluia!

O Senhor ainda disse a Josué: “Ninguém te poderá resistir todos os dias da tua vida; como fui com Moisés, assim serei contigo; não te deixarei, nem te desampararei” (Js. 1: 5). Assim como o Senhor encorajou Josué com essas palavras, Ele também nos encoraja a prosseguir conquistando a terra.

DONG Yu Lan. Alimento Diário – Lições Extraídas dos Primeiros Ministros do Passado. Ed. Árvore da Vida. São Paulo, Março, 2010.



O Pentecostes e a Igreja

No dia de Pentecostes, no Novo Testamento (Atos 2), a igreja foi gerada com a descida do Espírito Santo. Isso tem uma profunda relação com as ofertas que eram feitas na festa de Pentecostes no Antigo Testamento. A igreja é formada tanto de judeus como por gentios (Colossenses 3: 11), que são representados pelos dois pães com fermento, indicando que ambos são pecadores.  Cristo era o grão de trigo que se tornou farinha por meio de Sua morte e se tornou pão por meio da ressurreição. Em Pentecostes, o primeiro “pão levedado” (Levítico 23: 17) foi a igreja em Jerusalém, formada de judeus regenerados. A partir disso, aqueles primeiros cristãos poderiam desfrutar, juntamente com Deus, de toda obra consumada de Cristo.

O molho das primícias foi trabalhado até tornar-se pão. Esse molho representa Cristo, o grão de trigo que caiu na terra, morre e produziu muito fruto, a igreja (João 12: 24). Para gerar a igreja, Cristo teve de experimentar muitos sofrimentos. Como um pão asmo, o Senhor se encarnou e teve um viver humano sem pecado, até Sua morte na cruz. O Senhor sofreu muito para gerar os muitos grãos, a fim de que estes sejam um só pão (1 Coríntios 10: 17)


Fonte: DONG Yu Lan. As Três Festas. Ed. Árvore da Vida. Agosto, 1998. 

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